08/07/2015
Hoje vou contar uma historinha pra vocês: A origem do título do blog.
Pois bem: Aos 10 anos, no longínquo primeiro semestre de 2010, entrei em uma turma para pré-adolescentes no curso de inglês. Basicamente, eu era uma piveta com uma incrível habilidade para aprender e uma péssima para lidar com outros pivetes, afinal, após três, quatro anos sendo isolada e me isolando dos meus coleguinhas de classe, eu não sabia muita coisa sobre como conviver com outras crianças (mas isso já é uma outra história.).
Ficando no meu cantinho, abrindo a boca só pra me intrometer onde não devia e sendo uma pequena nerd em desenvolvimento, além de ter ocasionais surtos de mexer no que tá quieto, dei motivo para me apelidarem de Esquisita. Sinceramente, olhando para trás hoje, não acho nada mais justo. Eu realmente era uma criança esquisita.
Detalhe: A garota que me deu o apelido na verdade é uma CDF de marca maior, nível vou-passar-no-ITA. Só que nem ela nem eu sabíamos na época, afinal, ela sabia se misturar. E é dois anos mais velha que eu, então na minha concepção de pirralha, tinha mais autoridade sobre o assunto.
E é isso. Hoje em dia, porém, abraço toda a minha esquisitice. Afinal, é o que me faz ser única!
Pois bem: Aos 10 anos, no longínquo primeiro semestre de 2010, entrei em uma turma para pré-adolescentes no curso de inglês. Basicamente, eu era uma piveta com uma incrível habilidade para aprender e uma péssima para lidar com outros pivetes, afinal, após três, quatro anos sendo isolada e me isolando dos meus coleguinhas de classe, eu não sabia muita coisa sobre como conviver com outras crianças (mas isso já é uma outra história.).
Ficando no meu cantinho, abrindo a boca só pra me intrometer onde não devia e sendo uma pequena nerd em desenvolvimento, além de ter ocasionais surtos de mexer no que tá quieto, dei motivo para me apelidarem de Esquisita. Sinceramente, olhando para trás hoje, não acho nada mais justo. Eu realmente era uma criança esquisita.
Detalhe: A garota que me deu o apelido na verdade é uma CDF de marca maior, nível vou-passar-no-ITA. Só que nem ela nem eu sabíamos na época, afinal, ela sabia se misturar. E é dois anos mais velha que eu, então na minha concepção de pirralha, tinha mais autoridade sobre o assunto.
E é isso. Hoje em dia, porém, abraço toda a minha esquisitice. Afinal, é o que me faz ser única!
Marcadores:Pequenas Histórias,Sobre mim
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